Comunidade escolar junto ao SIMPERE organiza ato contra o fechamento da Escola Santa Edwiges

Comunidade escolar junto ao SIMPERE organiza ato contra o fechamento da Escola Santa Edwiges

Aconteceu na última quarta-feira (09) um ato na Escola Santa Edwiges, na RPA 05, contra a proposta da PCR de fechamento e reordenamento da escola. A proposta é que, uma vez que a escola feche, haja um relocamento de alunos e profissionais para a Escola Municipal dos Remédios, que fica localizada no mesmo bairro, mas em outra localidade.

O fechamento da escola não trará qualquer benefício para a comunidade, ao contrário: a escola cumpre um papel importante na comunidade e não existe motivo nenhuma para que seja fechada. Fechar escolas é justamente o oposto do que precisa-se em uma conjuntura como esta, que persegue e ataca a educação pública e seus profissionais; ameaça a qualidade de ensino com duros cortes nas áreas sociais sobretudo a educação. O que deveríamos estar assistindo é a abertura de novas escolas que servissem à comunidade, e não o contrário.

A proposta de fechamento da Escola Santa Edwiges não é isolada. Geraldo Julio tem cumprido a risca a cartilha do Banco Mundial para a educação municipal: fechando escolas com a política de “reordenamento”, precarizando as condições de trabalho de professores e professoras e fortalecendo a iniciativa privada com programas e projetos. As escolas de vitrine são fachadas para esconder a política de fechamento, privatização e sucateamento da escola pública. Assim como fez a comunidade escolar de Afogados, as escolas resistirão e o SIMPERE está a serviço da luta em defesa da escola pública, de seus alunos e profissionais.

SIMPERE – Gestão resistência & luta – Filiado à CSP CONLUTAS

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