Geraldo Julio e João Campos: caloteiros!

PREFEITOS SEM PALAVRA, NÃO CUMPRIRAM COM ACORDO SALARIAL!

O Simpere tem cobrado ininterruptamente uma resposta da PCR em relação ao reajuste salarial aprovado em março de 2020. Isso tem sido feito através das rodadas de mesas de negociação, tanto as que tratam de questões específicas da educação, como as que tratam das questões financeiras.

“Até o momento, não há disposição da PCR em honrar com os compromissos, tanto conosco, como com o conjunto do serviço público. Neste sentido, é preciso organizar com a categoria e demais servidores as lutas necessárias para exigirmos o compromisso firmado desde ano passado, como também o tratamento digno ao serviço público”, relata a coordenadora do Simpere, Claudia Ribeiro.

Após a greve histórica decretada em março de 2020, a pandemia forçou a categoria a dar um passo para trás e assinou acordo do repasse do percentual do piso no dia 19 de março de 2020. O acordo era da PCR repassar o reajuste salarial à categoria em 3 parcelas: 4,5% em outubro, 4% em novembro e 3,83% em dezembro. A comissão de negociação e a categoria assinou este acordo, mesmo sabendo que a gestão Geraldo Julio tinha condições de atender às nossas pautas. O Projeto de Lei do reajuste foi criado, e até hoje aguarda aprovação pela Câmara dos Vereadores do Recife.

João Campos agora segue no mesmo caminho, prefere desvalorizar o trabalho dos(as) profissionais a educação, para beneficiar grandes empreiteiras, empresários, o Grupo Ser Educacional e a Maurício de Nassau, Fundação Lemann, Instituto Ayrton Senna, Sistema Objetivo, entre outros sanguessugas da Educação Pública.

SIMPERE − Gestão Resistência e Luta − Filiado à CSP Conlutas

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