Professores da Escola Antônio Correia cobram explicações da PCR

Na manhã da última terça-feira (19), professoras da Escola Antônio Correia, junto com o SIMPERE, se dirigiram à Prefeitura da Cidade do Recife para contestar um comunicado da Secretaria de Educação. O aviso informava que as mesmas seriam transferidas para outras unidades a fim de cobrir a licença de outros professores.

Essa medida foi tomada pelo fato de que a escola encontra-se interditada e será transferida para outro prédio. Como a nova casa é menor, as turmas serão incorporadas, deixando alguns educadores sem turmas. Para a professora Idalina Castelo Branco, essa situação demonstra a falta de respeito com a sua categoria: “É um absurdo, eu sou concursada e agora o prefeito quer que eu fique pulando de escola em escola, tirando licença de outros profissionais. Isso é uma falta de respeito”.

Já para o representante do SIMPERE, Carlos Elias, Geraldo Julio (PSB) não pode decidir mudanças nesse nível sem consultar a comunidade escolar, “esse projeto de governo do prefeito de descer goela abaixo as medidas que eles acham necessárias, não vai acontecer na educação da Cidade, porque estamos de olho”, disse.

Em reunião com os assessores do secretário de Educação, Valmar Correa, ficou decidido que os comunicados seriam cancelados e as professoras podiam retornar para a associação do bairro e planejar suas aulas, pois a secretaria iria resolver a situação ainda essa semana.

As professoras concordaram, mas reivindicaram uma solução coletiva e não individual, como queria o secretário e, além disso, o SIMPERE teria que estar presente. Para a professora Luciene Chagas, que possui 22 anos de carreira, a presença do sindicato é fundamental, pois garante que os acordos sejam cumpridos.

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